Governo do Distrito Federal
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23/02/17 às 8h50 - Atualizado em 29/10/18 às 11h40

Asbraer e Banco do Brasil querem que escritórios das Emateres sejam correspondentes bancários para crédito rural

 

Medida deve facilitar o acesso a financiamentos para produtores em todo o país

 

Em reunião realizada na tarde desta quinta-feira, 23, entre os diretores de Distribuição e de Agronegócio do Banco do Brasil, e o presidente da Asbraer e Emater-DF, Argileu Martins, ficou acertada uma parceria entre as duas entidades para que todas as Emateres do Brasil possam ser parceiras do Banco como correspondentes bancários, com procedimentos padronizados para concessão de crédito do Pronaf. Além disso, foi discutida parceria para viabilizar serviços para os médios produtores, também para o crédito rural. Nas tratativas, um acordo deverá ser assinado para que as Emateres se tornem correspondentes bancários, fazendo a concessão do crédito rural mais eficiente, fácil e ágil. A assinatura conjunta desse acordo poderá acontecer durante a Assembleia Geral da Asbraer.

 

“Queremos tornar essa parceria que já temos com algumas Emateres, no País, mais robusta e acreditamos que esse acordo é um bom instrumento. Já temos um modelo de minuta que usamos em operações de crédito rural e vamos aperfeiçoa-la para que se adeque a essa parceria. Esta é uma oportunidade para aumentarmos nossa rede de atuação, beneficiando um público que terá um atendimento mais ágil e com orientações técnicas diretas”, assegurou o diretor de Agronegócio do BB, Marco Túlio Moraes da Costa.

 

Para Reinaldo Kazufumi Yokoyama, diretor de Distribuição/Brasília, serão necessários apenas alguns ajustes para cuidar das especificidades das operações. “Tivemos uma boa experiência recente com crédito rural, em Minas Gerais e vamos aplicar os ajustes que foram necessários lá nesta parceria”, afirmou.

 

O modelo de minuta será padrão, facilitando a consolidação da parceria, de modo que os executores das Emateres possam ser  correspondentes de crédito. “Estamos estreitando as relações entre as empresas de Ater e o Banco do Brasil para não só ampliar a oferta de crédito mas qualificar esse crédito rural”, avaliou Argileu Martins.

 

E quando fala em qualificação de crédito rural, o presidente da Asbraer e Emater-DF faz questão de destacar os ganhos para todos os participantes dessa nova modalidade de empréstimo. “Qualifica, porque o agricultor passará a acessar o crédito rural dentro do escritório da Emater do seu município. Isso significa uma discussão prévia com o extensionista que o atende, permitindo que este agricultor receba orientações antes de tomar decisões sobre o sistema de produção a ser utilizado”.

 

Além disso, continua explicando Argileu, “o crédito, por estar sendo operacionalizado por meio de um escritório de extensão rural, será automaticamente acompanhado pelo extensionista. Isso faz toda a diferença. Hoje, o técnico não tem controle e nem sabe qual produtor está acessando crédito e não pode opinar sobre o que é melhor. Com esta oportunidade será possível ajuda-lo a maximizar seu crédito de acordo com sua produção”.

As Emateres, ao assumir a função de correspondente bancário, serão remuneradas pelo serviço prestado, além de receber remuneração pela adimplência do empréstimo, dentro do percentual da carteira de crédito que ela estiver trabalhando.

 

Christina Abelha
Assessoria de Comunicação da Emater-DF

Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal - Governo do Distrito Federal

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